quinta-feira, novembro 13, 2014

Vapores na madrugada



Lembra daqueles dias de rainhas que passamos no Atacama fazendo os passeios que escolhemos logo no dia da chegada? Lembra da listinha/ranking que fizemos?
Então, os dois primeiros colocados já tiveram seus posts por aqui: 

Pronto se você ainda não tinha lido, aí estão linkados todos os posts já escritos sobre essa viagem que - lembra? - era a nossa viagem de lua de mel!
Demorou, mas chegou a vez do 3º colocado, os Géiseres del Tatio.
Esse é um dos passeios bam-bam-bam do Atacama e para muita gente é o primeiro colocado. Pra nós, que já havíamos visto coisa parecida na Islândia, as fumacinhas chilenas não foram assim tão impactantes...
Não é um passeio difícil, exceto pela necessidade de acordar antes do canto do galo: os gêiseres são madrugadores e só mostram seu esplendor nos primeiros albores do dia.
O caminho é longo - 90km, aproximadamente -  e a madrugada, fria. Além disso, os campos de vapor ficam a mais de 4300 m de altitude. Fácil, para os fortes!
Ainda da estrada, já se podem ver as nuvens de vapor do campo geotermal. Uma vez no local, a ordem é andar por entre os gêiseres, cada qual com sua peculiaridade: uns mais constantes, outros mais altos, alguns mais quentes.
Há também uma piscina de água quente onde os mais atirados se banham. Nem preciso dizer que não foi esse o nosso caso...

Foto: Ana Oliveira

Quando o sol nasce, os guias já têm preparado um belo café da manhã para seus turistas. Daí é só alegria: bebidinhas aquecidas diretamente nos poços de água quente dos gêiseres, comidinhas gostosas, temperatura em elevação.
No caminho de volta, a programação previa uma parada em Machuca, mas da estrada avistamos um número exagerado de vans no pequeno povoado. Nosso guia sugeriu irmos direto para Vado Putana. 


Fomos. Trocamos as casas de pedra e palha de Machuca pelos flamingos, patos de bico azul, taguás e lhamas que habitam aquela úmida região andina.
Vado Putana, ó nós aí:



domingo, outubro 12, 2014

Dia das crianças às vésperas das eleições presidenciais

Chico César e a Banda Bate Lata na Câmara Municipal de São Paulo

Durante essa semana, por conta do segundo turno das eleições presidenciais, o tema da redução da maioridade penal esteve presente em muitas das postagens que li no Twitter e no Facebook. 
Guardei alguns artigos pra ler mais tarde. E o mais tarde foi hoje cedo... justamente na manhã do Dia das Crianças.
Li esse, esse e esse
E à medida que fui lendo, me lembrei de uma música do século passado que tinha tudo a ver com o assunto.
Assim que tive um tempinho, fui procurar a música nos meus guardados.
Taí: Infratores. É clicar e ouvir!
Depois me diz se não super-combina com o momento!
A música foi composta por Chico César e Tata Fernandes e está gravada no CD "Gente é pra brilhar, não pra morrer de fome", da Banda Bate Lata, lançado em 1999 na Praça da Paz do Ibirapuera para 5.000 pessoas, com a participação de Chico César, Caetano Veloso, Orquestra Sinfônica de Campinas, Stomp e outros.
Pra conhecer os objetivos e o funcionamento da Banda Bate Lata é só dar uma olhada aqui e aqui.
Feliz dia das crianças pra todos nós!

segunda-feira, setembro 29, 2014

Um segredo de Madri - parte 2

Se você ainda não leu a parte 1 desse tema, corre lá pra saber como foi que chegamos às muralhas medievais de Madri acompanhadas de nossos novos amigos espanhóis José e Alicia.
Tá, agora todo mundo sabe que nos encontramos na Ópera, fomos ver as bases da Torre de los Huesos num estacionamento na Plaza Oriente e demos uma paradinha na cripta da Catedral de Almudena, que é mil vezes mais bonita que a própria catedral.
Olha só a porta da cripta, que lindeza:


Pois foi quando saímos por essa porta que tudo (re)começou! É que logo ali abaixo está Parque Emir Mohamed I, onde se pode ver um bom trecho das muralhas árabes construída há doze séculos.
Reparem nas pedras regulares que a compõem.  


Notaram algumas falhas na muralha original, tipo uns vestígios de janelas e revestimentos diferentes? Pois bem, são resquícios do palácio de um nobre que em algum momento existiu por lá e que foi totalmente derrubado há aproximadamente 50 anos.
Mas nem só os nobres construíram palácios junto às muralhas. Espanhóis comuns, viventes nos séculos XX e XXI, também edificaram modernos prédios por lá, sem o mínimo respeito pela história. Um exemplo disso aparece à direita do nosso ponto de vista ali no Parque Emir Mohamed I: um edifício moderno que, para facilitar a entrada de sua garagem subterrânea, derrubou parte da antiga muralha. Pode isso?


Continuamos nossa trilha, subindo em direção à Calle Bailén e caminhando até a Calle de la Morería, rumo ao bairro cristão. 
Nesse trajeto passamos por dois pontos interessantes e muito distintos entre si: a polêmica estátua "La Violetera", que depois de morar por 9 anos na esquina da Calle de Alcalá com a Gran Via, foi recolhida pela prefeitura por motivos políticos, esteve dois anos esquecida em algum depósito municipal e encontrou nova morada ali no Parque de las Vistillas, e a majestosa "Real Basílica de San Francisco El Grande", que conta com a maior cúpula da Espanha e a quarta maior do mundo!
(Prometo um post contando e mostrando tudinho sobre a basilicona...)
Seguimos então para a Calle de los Mancebos, em busca de um trecho da muralha cristã. Ali, ao lado do número 5 dessa rua, está um prédio construído sobre o que resta das pedras irregulares que constituíram um dia aquela parte da muralha.


Depois de uma visita à Igreja de San Andres e uma rápida entrada no Museo de los Orígenes, chegamos à Plaza Puerta de los Moros, onde esteve uma das portas da muralha cristã.
Uns passos a mais e estávamos no burburinho da Calle Cava Baja. Foi ali, que, pra nossa surpresa, José tocou a campainha numa pequena porta, disse algumas palavras no interfone -- "Abre-te, sésamo", talvez -- e a porta se abriu. Entramos para o pátio de um prédio, onde a parede lateral era nada menos que um enorme pedaço da muralha cristã. 19 metros de história, totalmente desprotegidos, dentro de um edifício de moradia!


José nos disse que demos sorte, já que nem sempre a mágica funciona, ou seja, não é toda vez que algum morador desavisado abre a porta de entrada do nº 30 da Cava Baja...
Na mesma rua, no nº 12, está a Posada del León de Oro, que conserva no subsolo de seu restaurante, convertida em adega, outra parte da muralha.


Nosso passeio histórico terminou logo adiante, na Plaza de Puerta Cerrada. Os lugares por onde passamos são apenas alguns dos quais se podem ver restos das muralhas. Há outros, tanto na parte árabe como na cristã. Clique aqui se quiser ver uma lista que José nos enviou com mais algumas indicações de locais onde se podem avistar as velhas pedras de Madri.
E, se você tiver interesse... e paciência, pode ver as 54 telas desse pps que conta toda a história da Madri Medieval.
Percorrer esses lugares notáveis com nossos amigos foi um grande prazer, mas eles ainda tinham uma carta na manga!
Finalizamos o nossas andanças em grande estilo, com um delicioso bacalhau à dorê frito na hora, acompanhado de vermute de grifo, na folclórica Casa Revuelta, um tradicional bar de tapas, onde, com o perdão do trocadilho, é preciso disputar seu bacalhau a tapas.


José e Alicia nos acompanharam até a Plaza Mayor e ali nos despedimos com a promessa de nos reencontrarmos no Brasil, na Espanha ou em qualquer outro lugar do mundo. Afinal, somos todos viciados em viajar!


terça-feira, setembro 23, 2014

Um segredo de Madri - parte 1

Se a arte de viajar deveria nos proporcionar a emoção de encontrar caminhos nunca antes percorridos, dando-nos a sensação de sermos novos Colombos, a avalanche de  literatura de viagem - boa e má - que nos atingiu nos últimos tempos deixou-nos muito pouco por descobrir. 
Constato que todas as rotas já foram desbravadas e que a nós, viajantes do século XXI, cabe apenas confirmá-las, acrescentando uma novidadezinha aqui ou uma pequena descoberta complementar acolá. 
Os viajantes já descobriram o mundo todo!
Mas é certo que isso não nos tira o prazer da viagem, já que, mesmo transitando por caminhos anteriormente trilhados por outros viajantes, a nossa experiência é sempre pessoal e única.
Então... quer lugar mais "batido" que Madri? Eu mesma já perdi a conta das vezes em que estive lá. Os dedos de uma das mãos seriam suficientes para contar quantos de meus amigos viajantes ainda não gozaram dos deleites da capital espanhola: mercados gastronômicos, museus, parques, vinhos, shows, mirantes, edifícios, touradas e tanta coisa mais. 
Uma breve busca no Google ou nos blogs de viagens trará uma gama de informação suficiente para aturdir qualquer calouro.
Pois não é que, apesar disso, nessa última viagem conheci uma "novidade" em Madri!?!?!?!?!?!
Bem, não é assim... uma novidaaaade. A coisa tem mais de mil anos. Mas, vejam só: numa rápida passagem pelo Google encontrei apenas um blog em português que fala sobre o assunto: o Roberto, paulista radicado na Espanha há 8 anos, é o autor do Um brasileiro na Espanha e escreve um post impecável sobre esse segredo madrilenho tão bem guardado: as muralhas árabes e cristãs que cercaram e defenderam a cidade desde o século IX. Eu disse que o negócio era milenar!
Durante nossa viagem pela Jordânia, conhecemos o casal espanhol José e Alicia,. Eles faziam parte do grupo com o qual fizemos os passeios por lá. Sabendo que nosso próximo destino seria Madri, eles nos convidaram para um passeio pela cidade. Queriam nos mostrar algo que não conhecêssemos. Tudo o que eles sugeriram nós já tínhamos visto. Ana lançou então um desafio: "mostrem-nos algum segredo de Madri!"
E não é que a provocação surtiu seu efeito? José e Alicia decidiram nos mostrar as muralhas de Madri, tema sobre o qual tinham muitas informações. E  nos apresentaram tudo, tim tim por tim tim.
Numa manhã de sábado nos encontramos na Plaza de Isabel II, em frente à Ópera. Ali, antes de iniciarmos nosso roteiro, demos uma olhada nessa maquete que está aí do lado. O traçado menor retrata a muralha árabe, construída no século IX, e o maior reproduz a ampliação realizada pelos cristãos três séculos depois, respondendo às necessidades criadas pela expansão da cidade.
Saindo da praça, pelo lado esquerdo de quem olha para o Teatro Real, está a Calle de Vergara, onde, logo adiante, na esquina com a Calle Unión, foi colocada pela prefeitura da cidade uma placa indicando que ali estivera uma das portas da muralha, a Puerta de Valnadú (Puerta que da al Valle), mas José nos contou que o marco está em lugar equivocado: a porta ficava, mesmo, onde hoje está o Teatro Real.


Caminhando em direção à Plaza de Oriente, José e Alicia nos explicaram como identificar a origem das muralhas que veríamos: as árabes são construídas com blocos de pedra bem trabalhados e contam com torres quadradas, enquanto as cristãs apresentam pedras irregulares e têm torres redondas.
Com o crescimento da cidade, essas antigas muralhas ficaram escondidas e o que hoje se vê são apenas alguns segmentos, que aparecem em lugares inusitados, como hotéis, estacionamento, bares e até mesmo construções particulares.
Conversa vai, conversa vem, chegamos à Plaza Oriente e enveredamos para dentro de um estacionamento subterrâneo. Ali, próximo à vaga nº 42, dentro de um painel de vidro, estava o que restou dos fundamentos da Torre de los Huesos, posto de vigilância que ficava no interior do recinto árabe. Seus alicerces foram encontrados quando se construiu o estacionamento e, pela intervenção de algumas entidades culturais, foram preservados. Dá pra imaginar? Você estaciona seu carro e de quebra faz uma visitinha a uma torre do século XI...


Saindo dali, fizemos um pit stop na bela cripta da Catedral de Almudena e, depois de muitas fotos, continuamos nossa peregrinação.
Deixo aqui cenas da cripta e a promessa de um segundo capítulo contando - e mostrando - como foi nosso périplo pela Madri Medieval.


sexta-feira, agosto 29, 2014

SYDNEY, procurando Nemo

Minha amiga Telma aproveitou uma oferta de passagem aérea e fez uma super viagem pela Austrália.
Ofereci um "puxadinho" aqui no  blog pra ela contar suas aventuras e ela aceitou. \o/
Aí está o primeiro capítulo da viagem da Telma e da Cláudia:

Até março de 2014 eu nunca tinha pensado em ir pra Austrália, foi quando um post do blog Melhores destinos, no twitter, fez meus olhos brilharem. Os 140 caracteres anunciavam Sydney, pela Qantas, por mil dólares. Então, quase de brincadeira, escrevi um SMS pra alguns amigos: “Vamos pra Austrália?” A maioria respondeu, obviamente, que não. Como assim ir pra Austrália de uma hora pra outra? Mas a Cláudia, que também nunca havia pensado no assunto, gostou da ideia. Naquele momento, a três meses da Copa, reinavam previsões catastróficas sobre o Brasil. Não teríamos estádios prontos, o transporte público não seria suficiente, não saberíamos nos comunicar com os gringos e toda uma série de especulações sobre a nossa apregoada incapacidade de realizar um grande evento. A nossa famosa (entre os brasileiros) incapacidade para quase tudo... Dessa série, a mais propagada era a inépcia de nossos aeroportos, que certamente travariam. Quando dissemos que viajaríamos na véspera da abertura da Copa, algumas pessoas ficaram chocadas com a nossa coragem de enfrentar o Caos. Eu mesma em algum momento cheguei a pensar: “ih, acho que fizemos uma cagada”. E que bom que a fizemos! Chegado o dia 11 de junho, depois de dez minutos de fila para fazer o check in (nos dizíamos perplexas: cadê o caos?) estávamos prontas para conhecer Sydney, nosso primeiro destino australiano.

Saímos de SP às 20h do dia 11/06 e, depois de passar por Santiago, chegamos a Sydney às 6h do dia 13. Após mais de 20 horas em trânsito, eis que estávamos na Austrália, com um fuso horário 13 horas à frente. Chegamos ao hotel muito cansadas, mas com uma vontade de explorar os arredores maior que o cansaço. E lá fomos nós. Andamos meio a esmo e fomos fazendo a programação daquele dia, que achávamos perdido por conta do jet lag, ali na hora. O primeiro grande cartão postal visitado foi a Sydney Tower, no coração da cidade. A visão de 360 graus, a 300m de altura, foi espetacular. Lá na entrada da Tower compramos os tickets de algumas das atrações que visitaríamos nos próximos dias. Mas calma, ainda estávamos na hora do almoço e nosso pique não tinha acabado.

Sydney Tower vista de longe

Depois, continuamos nossa andança e fomos parar no Sydney Opera House, que não me era totalmente desconhecido, afinal eu tinha assistido muitas vezes o filme Procurando Nemo. É, eu sei, a referência não é das mais cultas, mas foi do Nemo que eu  me lembrei enquanto nós circundávamos o Opera House (até esqueci que o prédio era assinado pelo mesmo arquiteto do Guggenheim). O endereço mais famoso da Austrália, “P. Sherman, 42 Wallaby Way, Sydney”, não existe, por isso, não encontramos o Nemo nesse primeiro dia, mas ele virá, não desanime. Passamos parte significativa da tarde em torno do Opera, um lugar onde pra todo lado que se olhe só se vê beleza, incluindo a famosa Sydney Harbour Bridge. Por volta das 16hs, nosso cansaço começou a aparecer... No retorno para o hotel, ainda tivemos tempo – era no caminho – de conhecer o Hyde Park, por onde passaríamos muitas vezes nos seis dias em Sydney. Também no caminho de casa, encontramos o Australian Museum, outro que estava na nossa lista, mas que era absolutamente inviável naquele dia.

Opera House visto do ferry boat (passeio de dias depois)

Chegamos ao hotel, tomamos nosso primeiro banho desde muitas horas e fomos dormir. É, nossa primeira noite de sono australiana começou um pouco mais de 5h da tarde. Verdade seja dita, já havia escurecido lá fora, afinal estávamos no inverno. Fomos dormir felizes: aquele dia que contávamos perdido tinha sido muito produtivo. Acordei por volta das 2h30 da madrugada com uma fome de comer um canguru inteiro. Desci do meu beliche tomando o maior cuidado para não acordar a Cláudia, que, acordada, estava com a mesma fome que eu, com a diferença de que, diferentemente de mim, ela jamais comeria um canguru. Nossa fome era justificável: era hora do almoço no Brasil! Comemos umas guloseimas compradas no Woolloomooloo - aquele se tornaria o nosso supermercado favorito na Austrália – e tentamos fazer a “sesta”, mas o sono não veio. Às 6h, estávamos de pé, ansiosas por um novo dia em Sydney.
Nos dias seguintes, tivemos uma programação diurna intensa e quase nenhuma programação noturna. Exceto pelo último dia, em que demos uma de boêmias e chegamos ao hotel às (inacreditáveis) 23h. Bem, mas deixemos o fim paro o fim. Nesses dias todos, fomos a alguns museus muito legais: Australian Museum, cujo ponto alto pra mim foi a exposição interativa – isso mesmo, interativa – de fósseis de dinossauros. Achei um pouco parecido com o Museu de História Natural, de NY, mas bem menor e mais tecnológico; Hyde Park Barracks, uma antiga prisão construída pelos próprios condenados e que, posteriormente, se tornou um abrigo para mulheres – lá, os ratos são os guias; Museum of Contemporary Art, que fica no “The Rocks”, o bairro mais legal de Sydney, com feiras de arte e bugigangas, que lembram muito o clima da nossa tradicional feira da Praça Benedito Calixto, em SP.

Homem e seu cão (Australian Museum)

Além dos museus, andamos muito pra cima e pra baixo, muitas vezes só pelo prazer de andar pela parte central de Sydney, que sempre nos levava à região portuária: Circular Quay e Darling Harbour são os pontos altos. São muitas as atrações, entre as quais o Fish Market, o Chinese Garden, o Sea Life Sydney Aquarium e o Wild Life Sydney. Destes, o destaque positivo é o Aquarium, que deixa adultos e crianças encantados. Já o Wild Life nos pareceu bem propaganda enganosa... de wild, só tinha o preço.
Pra encerrar este post, que já está longo demais, vamos à praia. Não conseguimos fazer o caminho de 6km que percorre Bondi Beach e outras praias próximas, mas fomos até Bondi e conhecemos a famosa piscina de um hotel, alimentada pela água do mar. Além disso, pegamos um barco e fomos até Manley, que fica do outro lado da baía. Lá, fizemos uma trilha de umas duas horas – contando com o tempo de parada para conferir o mapa e pedir informações – até chegar a um mirante de onde se observam baleias. Infelizmente, não vimos nenhuma, mas o caminho valeu cada passo.
No próximo post, conto como foi nossa viagem em busca da Grande Barreira de Corais, em Cairns.

Texto e fotos de Telma Maciel